Agentes do “Aeroporto: Área Restrita” comentam proibição de gravação no Brasil
Dois agentes da Receita Federal se pronunciaram nas redes sociais após a proibição de gravações de “Aeroporto: Área Restrita” em aeroportos pela Polícia Federal. Ambos lamentaram a cassação das credenciais de gravação no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Fortaleza. A instituição federal alegou que as filmagens seriam incompatíveis com as normas das Áreas Restritas de Segurança.
O analista tributário Nelson Saldanha republicou um vídeo que explica a proibição da Polícia Federal e legendou com “infelizmente”. Já o auditor fiscal Paulo Angelito comentou a publicação lamentando a medida: “Tenho confiança nas instituições e na correta aplicação do nosso ordenamento jurídico e, por isso, acredito que essa situação seja revertida em breve”, escreveu.
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Entenda o caso
A Polícia Federal suspendeu as gravações da oitava temporada do programa em todo o país, alegando que as filmagens seriam incompatíveis com as normas das Áreas Restritas de Segurança: “A regulamentação vigente veda expressamente o registro de imagens de procedimentos, fluxos e infraestrutura sensíveis relacionados à segurança da aviação civil”, diz a nota, apontando ainda que as gravações da série violam normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A decisão acabou gerando um atrito entre a instituição e a Receita Federal.
A produtora da série, Moonshot, afirmou que a temporada estava sendo gravada desde dezembro de 2025 com o “apoio e participação ativa” da Anvisa, do Vigiagro, do Ibama, da Receita Federal, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e das concessionárias Fraport e RIOgaleão. Segundo a empresa, a PF cassou as credenciais da equipe nos aeroportos de Viracopos, Galeão e Pinto Martins, além de ter indeferido as credenciais da equipe no Aeroporto de Guarulhos.








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